SEMANA SANTA

Procon Assembleia inicia pesquisa de preços de pescado e chocolate

Venda de produtos é considerada ainda ‘fraca’; órgão de defesa do consumidor retornará aos locais com proximidade do feriado
Foto: Nonato Sousa
Equipe do Procon Assembleia durante pesquisa de preço

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Por Marilena Freitas

O Procon Assembleia iniciou uma pesquisa de preços de pescado e chocolates, produtos mais consumidos durante a Semana Santa e Domingo de Páscoa, que neste ano se inicia no dia 14 e se estende até 17 de abril. Equipes do órgão de defesa do consumidor percorrem feiras e supermercados para fiscalizar e alertar os consumidores.

“Não podíamos deixar de ajudar o consumidor neste momento em que falamos tanto sobre a economia do país e a importância da pesquisa de preços. Utilizamos o Procon como um instrumento para ele, e, pensando nisso, trouxemos nossas equipes para as ruas para verificar os valores do pescado e dos ovos de Páscoa. O comércio ainda está um pouco receoso, sem saber se essa data vai, de fato, movimentar a economia, mas a gente aguarda que as vendas aumentem com a proximidade da Semana Santa”, disse a diretora do Procon Assembleia, Mileide Sobral.

No caso do pescado, ela destaca que já existe um indicativo de reajuste do produto. “Os fornecedores informaram que haverá uma elevação no preço devido ao custo da mão de obra que trata o pescado. E como eles não sabem de quanto será esse aumento, mais próximo da data o Procon retornará para conferir”, afirmou.

O feirante Uracy Ferreira de Souza garante que na banca dele o preço não será alterado. “O valor vai ser o mesmo caso você compre hoje, amanhã ou às vésperas do feriado, porque estamos com estoque para suprir a demanda. A Semana Santa é um final de semana melhorado, em razão das pessoas que são mais religiosas. Mas é pouca coisa esse aumento. Considero normal”, garantiu.

Para ele, a presença do Procon na feira é válida porque o fornecedor ficará atento e não poderá extrapolar nos preços. “É importante essa visita, pois vai evitar o abuso. Se estou me comprometendo a vender a esse preço e amanhã aumentar, posso até ser penalizado. É importante também a presença do Ipem [Instituto de Pesos e Medidas]. Aqui tem gente que vende o peixe mais barato, mas o peso é diferente. As pessoas não costumam olhar o tíquete para conferir o peso e o preço”, alertou o fornecedor.

O empresário Gleisson Morais, dono de um “assadão”, está na expectativa de boas vendas para o período. “Na Quaresma, sempre crescem as vendas porque as pessoas devotas costumam comer peixe em vez de carne. Acredito que a tendência é aumentar o valor na Semana Santa devido ao consumo maior do pescado. Aliás, tudo está mais caro. O Procon Assembleia, que já faz um bom trabalho, deve também ficar em cima [fiscalizando] desses assadões”, sugeriu.

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