De janeiro a março, pequenas e médias empresas cresceram 11,5% | ASN Roraima

Divulgação/Fonte

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O otimismo dos empresários tem se transformado em crescimento no faturamento já nos primeiros meses de 2024. É o que mostra o Índice Omie de Desempenho Econômico das Pequenas e Médias Empresas (IODE-PMEs), que avalia a saúde econômica das empresas com faturamento anual de até R$ 50 milhões. De janeiro a março deste ano, o setor já conquistou um faturamento 11,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

De acordo com o levantamento, o resultado é fruto de diversos fatores: queda na inflação, um bom ambiente do mercado, que favorece o consumo e a normalização das cadeias globais de produção. Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, há ainda outros fatores que foram preponderantes para que as empresas apresentassem esse crescimento já no início do ano.

“O desempenho econômico do governo Lula e do vice Geraldo Alckmin com certeza tem contribuição para isso. Além da inflação controlada e do crescimento do PIB em 2023 temos uma das menores taxa de desemprego da década. E os pequenos negócios têm muita contribuição nisso porque, neste início de ano, têm gerado pelo menos seis em cada dez postos de trabalho todos os meses”, avaliou.

Para o presidente do Sebrae, o programa Acredita será fundamental para que as micro e pequenas empresas cresçam ainda mais com crédito orientado, que apoia na tomada de decisões para a melhora no faturamento. “O Sebrae, entrando como avalista nessa ação, vai ajudar a superar a grande dificuldade que é o acesso das micro e pequenas empresas ao crédito. Muitas delas nem entram na porta dos bancos por não terem garantia ou aval e ficam de mãos atadas. Essa realidade vai mudar”, projeta Décio Lima. Para isso, o Sebrae fez o aporte de R$ 2 bilhões para atender imediatamente pelo menos 1 milhão de empreendedores com crédito assistido.

Desempenho

O índice IODE-PMEs monitora o desempenho de 678 atividades econômicas distribuídas em quatro setores principais. O destaque foi para o setor industrial, com um crescimento de 15,6%. Na sequência está a área de serviços (8%), infraestrutura (5,9%) e comércio (4,6%).

De acordo com o levantamento do primeiro trimestre, a estimativa para o fim do ano é de que as pequenas e médias empresas cresçam 4,3% – o resultado seria praticamente o dobro do PIB projetado pelo Ministério da Fazenda e reforçado pelo Fundo Monetário Internacional (2,2%).

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